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CAMPANHA COMPARTILHE POSITIVIDADE

A nossa campanha Compartilhe Positividade nasceu da vontade de criar uma corrente de coisas boas para nossos clientes, amigos, fornecedores e colaboradores. Criar algo para todo mundo refletir e pensar nas mudanças que vem pela frente. Sim, nós vamos sobreviver e passar por tudo!

Mas, não podemos ficar parados imaginando que tudo vai voltar ao normal. O novo normal está se construindo a cada dia. Novos formatos de relações familiares, no trabalho e nas escolas surgem a cada minuto. Além de pensar coisas boas, nós decidimos partir para ação: mensagens direcionadas, textos e vídeos para ajudar quem precisa a sair do estado de inércia ou de medo!

O nosso primeiro convidado, para iniciar a nossa campanha, é o Guilherme R. Bcheche, Professor Associado da Fundação Dom Cabral, Psicanalista e Consultor em Transformação Organizacional, trouxe palavras muito inspiradoras para compartilharmos com vocês!
“Foi no final da Guerra Fria, fim dos anos 80, que o termo V.U.C.A. surgiu num contexto inicialmente militar para refletir as condições voláteis, incertas, complexas e ambíguas percebidas na época. No entanto, nos início dos anos 2000 esse acrônimo começou a ser amplamente utilizado no mundo dos indivíduos e das organizações para representar as consequências da tecnologia na vida da humanidade.

Desde então, muito foi escrito, discutido e ensinado em torno desse termo nas mais importantes escolas e publicações de negócios do mundo. O aumento da ansiedade causada pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade provocava uma corrida ao entendimento dos tempos atuais.

No entanto, nada disso parecia tão real como agora. Talvez podemos afirmar que a pandemia que enfrentamos representa a primeira experiência plena e global desse mundo V.U.C.A. que só parecia estar em eventos pontuais ou em algum lugar longe de nós.  Ela obrigou a todos – sem exceção de raça, cor, credo, geografia, classe social, renda, ou qualquer outro tipo de diferença social – a pensar e fazer tudo diferente. No século passado, era impensável imaginar que um vírus de comportamento imprevisível sairia da China e se espalharia para todo o mundo em poucos dias.

Chegou aqui. Chegou aí também, seja lá aonde você estiver. E me fez me conectar com o que Freud chamava de essencial à vida – o amor e o trabalho. As perguntas que antes giravam em torno de “para onde vou viajar nas próximas férias?” ou talvez “como faço para aumentar a receita da minha empresa?” se transformaram em algo como “o que é essencial pra mim? ou “como estão as pessoas que amo?”.

A guerra contra a Covid-19 é diferente da guerra fria e de qualquer outra guerra enfrentada pela humanidade na história. Essa é uma guerra de toda a humanidade contra um vírus. O mundo todo ao mesmo tempo contra o invisível. E é por isso que o que Freud definiu como essencial passa a ser tão importante – o amor e o trabalho. O amor ao trabalho e o trabalho ao amor.

É exatamente isso que me mantém mais vivo do que nunca nessa travessia que já dura alguns meses e deve permanecer por mais não sei quantos. De um lado, mesmo online, sem a presença real do corpo nas diversas interações, o amor ao que faço tem me dado sustentação para seguir em frente. De outro lado, o trabalho ao amor é o esforço diário de manter e alimentar os vínculos afetivos.

E, dessa forma, o sujeito do desejo é convocado. Ele ignora distraçõese desvios. Ele questiona genuinamente aonde está o desejo de cada um – e o meu.”

Esse foi o primeiro dos depoimentos e dicas que iremos compartilhar com você durante essa campanha! Adote essa ideia e #compartilhepositividade você também.

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