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VESTIDOS QUE REVOLUCIONARAM O MUNDO

Olá leitores! Como estão? Esse é o quarto post da nossa série aqui no blog sobre – Os vestidos que Revolucionaram o Mundo. Se você perdeu o primeiro , segundo  ou terceiro post, clique para conferir! Inspirações e referências retiradas do livro MUSEUM, Design “Cinquenta Vestidos Que Mudaram o Mundo”

  • VESTIDO DE ALUMÍNIO

No frenesi tecnológico e industrial que se seguiu ao fim da Segunda Guerra Mundial, novos materiais como o PVC e a folha de alumínio inspiraram uma nova linguagem visual. Paco Rabanne foi um dos estilistas que começaram a repensar e reinventar os conceitos de moda da época. Rabanne fez combinações com materiais mais duros que nunca haviam sido considerados adequados ao design de roupas, sua audaciosa decisão de desafiar as fronteiras da moda foi concretizada em roupas bem conceituadas, como o vestido de aluminio. Talvez não fosse a roupa mais prática de se vestir, mas representava uma visão lúdica do futuro. 

  • VESTIDO SAFÁRI 

O vestido safári é prático e elegante, parte da coleção Saharienne, de 1968, de Yves Saint Laurent, deu uma nova cara para o look colonial. Utilizando uma paleta de cores neutras, inspirado em camisas e bermudas cáqui tradicionais, Saint Laurent criou um visual que se vale da sutileza no lugar de cores intensas para expressar autoconfiança e estilo. Esse vestido-camisa, num arrojado tecido bege de algodão, é prático e assertivo, com seus muitos bolsos, tiras e cintos, levava a mulher do papel de caça para o de caçadora. 

  • VESTIDO DE PAPEL 

Em 1966, como parte de uma campanha de marketing para promover as inovações das técnicas de produção de papel. o maior fabricante do mundo de papel higiênico criou um vestido de papel de baixo custo. A Scott Paper Company criou os vestidos a partir de um tecido de papel chamado Dura-Weve, originalmente destinado a produtos médicos, como lençóis e roupas de proteção. Para a surpresa de todos, dezenas de milhares de vestidos de papel foram vendidos. Uma tendência passageira, que nasceu e se espalhou rapidamente, saindo dos supermercados dos Estados Unidos e indo parar na Carnaby Street, em Londres. Assim como talheres de plástico, você o usava e jogava fora. 
 

  • VESTIDO MIDI 

Jean Muir (1928-1995), uma das mais bem-sucedidas estilistas britânicas do século XX, era símbolo de certo tipo de sofisticação: elegante, contida e essencialmente inglesa. Mas este modelo de 1968 é fascinante na antecipação que faz, introduzindo barra mais longa, formas mais suaves e ornamentação mais superficial. Há certa ludicidade e teatralida
de no modelo de Muir, que reflete a crescente percepção de que as mulheres estavam se rebelando contra a conformidade do visual mod dos anos 1960 e se inspirando em modelos históricos para se vestir. Esse novo romantismo dava a sensação de uma grande novidade e continuaria sendo uma forte influência durante toda a década de 1970. 

  • VESTIDO E CASACO 

No auge de um momento em que tudo era diversão e alegria, Ossie Clark (1942-1996) e Celia Birtwell (1941-) trabalharem juntos na criação de vestidos leves e criativos. A tendência da modernidade mecanizada havia realmente acabado, e esse era o momento para as formas femininas recuperarem sua liberdade e seus movimentos. Clark era mestre nos cortes, fascinado pela maneira com que o tecido se moia, ele acreditava que a mulher que se sentia confiante também se sentia bela. Seus modelos fluidos tinham a intenção de permitir que a mulher fosse ela mesma, sem restrições de movimento e capaz de expressar quem ela era e como ela se sentia.

Abraços e até a próxima!

 

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